TRATAMENTO ALCOOLISMO

Alcoolismo é a dependência do indivíduo ao álcool, considerada doença pela Organização Mundial da Saúde. O uso constante, descontrolado e progressivo de bebidas alcoólicas pode comprometer seriamente o bom funcionamento do organismo, levando a conseqüências irreversíveis.

alcoolismo2

A tolerância e a dependência ao álcool são dois eventos distintos e indissociáveis. A tolerância é a necessidade de doses maiores de álcool para a manutenção do efeito de embriaguez obtido nas primeiras doses. Se no começo uma dose de uísque era suficiente para uma leve sensação de tranquilidade, depois de algumas semanas são necessárias duas doses para o mesmo efeito. Nessa situação se diz que o indivíduo está desenvolvendo tolerância ao álcool. Normalmente, à medida que se eleva a dose da bebida alcoólica para se contornar a tolerância, ela volta em doses cada vez mais altas. Aos poucos, cinco doses de uísque podem se tornar inócuas para o indivíduo que antes se embriagava com uma dose. O critério não é a ausência ou presença de embriaguez, mas a perda relativa do efeito da bebida. Os primeiros indícios de tolerância não significam, necessariamente, dependência, mas é o sinal claro de que a dependência não está longe. A dependência é simultânea à tolerância. A dependência será mais forte quanto mais intenso for o grau de tolerância ao álcool. Dizemos que a pessoa tornou-se dependente do álcool quando ela não tem mais forças por si própria de interromper ou diminuir o uso do álcool.

O álcool é uma das poucas drogas que têm o consentimento da sociedade para a sua utilização, o que facilita a sua aquisição e o uso indiscriminado em qualquer faixa da população. O principal agente do álcool é o etanol (álcool etílico). Apesar do álcool possuir grande aceitação social e seu consumo ser estimulado pela sociedade, este é uma potente droga psicotrópica que atua no sistema nervoso central, podendo causar dependência e mudança no comportamento. O consumo excessivo do álcool é visto como um problema de saúde pública, pois este abuso está quase sempre ligado à acidentes de trânsito e à violência.

Os efeitos causados pelo álcool incluem duas fases, uma estimulante e outra depressora.

FASE ESTIMULANTE: fase inicial, quando surge a euforia, desinibição social e facilidade para falar em público.

FASE DEPRESSORA: Os efeitos depressores se traduzem por falta de coordenação motora, sonolência e descontrole. O efeito depressor é acentuado pelo consumo excessivo do álcool, podendo levar ao estado de coma.

ÓRGÃOS AFETADOS PELO ÁLCOOL: fígado, coração, vasos sanguíneos e parede do estômago, e seu uso prolongado pode desencadear patologias em cada um deles.

O álcool é uma das poucas drogas que têm o consentimento da sociedade para a sua utilização, o que facilita a sua aquisição e o uso indiscriminado em qualquer faixa da população. O principal agente do álcool é o etanol (álcool etílico). Apesar do álcool possuir grande aceitação social e seu consumo ser estimulado pela sociedade, este é uma potente droga psicotrópica que atua no sistema nervoso central, podendo causar dependência e mudança no comportamento. O consumo excessivo do álcool é visto como um problema de saúde pública, pois este abuso está quase sempre ligado à acidentes de trânsito e à violência.

Os efeitos causados pelo álcool incluem duas fases, uma estimulante e outra depressora.

FASE ESTIMULANTE: fase inicial, quando surge a euforia, desinibição social e facilidade para falar em público.

FASE DEPRESSORA: Os efeitos depressores se traduzem por falta de coordenação motora, sonolência e descontrole. O efeito depressor é acentuado pelo consumo excessivo do álcool, podendo levar ao estado de coma.

ÓRGÃOS AFETADOS PELO ÁLCOOL: fígado, coração, vasos sanguíneos e parede do estômago, e seu uso prolongado pode desencadear patologias em cada um deles.

A tolerância e a dependência ao álcool são dois eventos distintos e indissociáveis. A tolerância é a necessidade de doses maiores de álcool para a manutenção do efeito de embriaguez obtido nas primeiras doses. Se no começo uma dose de uísque era suficiente para uma leve sensação de tranquilidade, depois de algumas semanas são necessárias duas doses para o mesmo efeito. Nessa situação se diz que o indivíduo está desenvolvendo tolerância ao álcool. Normalmente, à medida que se eleva a dose da bebida alcoólica para se contornar a tolerância, ela volta em doses cada vez mais altas. Aos poucos, cinco doses de uísque podem se tornar inócuas para o indivíduo que antes se embriagava com uma dose. O critério não é a ausência ou presença de embriaguez, mas a perda relativa do efeito da bebida. Os primeiros indícios de tolerância não significam, necessariamente, dependência, mas é o sinal claro de que a dependência não está longe. A dependência é simultânea à tolerância. A dependência será mais forte quanto mais intenso for o grau de tolerância ao álcool. Dizemos que a pessoa tornou-se dependente do álcool quando ela não tem mais forças por si própria de interromper ou diminuir o uso do álcool.