TRATAMENTO INVOLUNTÁRIO

A internação involuntária Ocorre quando a internação acontece sem o consentimento do dependente, a pedido de familiar ou responsável, ou a pedido de servidor público da área de saúde, da assistência social ou dos órgãos públicos integrantes do Sisnad, com exceção de servidores da segurança pública.

A internação involuntária Ocorre quando a internação acontece sem o consentimento do dependente, a pedido de familiar ou responsável, ou a pedido de servidor público da área de saúde, da assistência social ou dos órgãos públicos integrantes do Sisnad, com exceção de servidores da segurança pública.

É hora de pensar na internação involuntária? Esse tipo de internação ainda levanta debates, é cercada de dúvidas e não sem motivo. Para muita gente é uma forma de assistência que se apresenta como único caminho.

Insegurança

“E a coragem? Será que estou fazendo a coisa certa?”. É comum encontrarmos quadros familiares em que a pessoa a ser internada reclama, xinga, faz ameaças e até mesmo tenta partir para a agressão física. O familiar ou responsável – especialmente se for o caso da primeira internação – pode ficar bastante inseguro em ir pra casa e deixá-lo na clínica.

Mas, se pensarmos no estado mental desse paciente, que está extremamente condicionado ao ciclo – cada vez mais curto – do uso da droga, que está com suas possibilidades cognitivas reduzidas, tão debilitado que não há outra escolha a não ser continuar usando até o amargo fim, está momentaneamente sem condições de discernir entre o certo e o errado, colocando sua saúde e sua vida em risco, assim fica mais fácil compreender que a internação sem o consentimento do dependente é a única saída

Por isso mesmo é muito importante que os familiares, sendo de pacientes involuntários ou voluntários, sejam também atendidos, mantenham algum tipo de terapia, participem de grupos de ajuda, e ainda sejam presentes no processo de internação.

Nem sempre o familiar ou a pessoa que convive com o paciente sabe que na verdade ele pode ser uma pessoa codependente

 

A Clinica LAV oferece todo o apoio médico, psicológico e terapêutico para esse tipo de caso, atendendo nossos pacientes e seus familiares com o máximo compromisso no processo da recuperação.

 

A internação involuntária Ocorre quando a internação acontece sem o consentimento do dependente, a pedido de familiar ou responsável, ou a pedido de servidor público da área de saúde, da assistência social ou dos órgãos públicos integrantes do Sisnad, com exceção de servidores da segurança pública.

É hora de pensar na internação involuntária? Esse tipo de internação ainda levanta debates, é cercada de dúvidas e não sem motivo. Para muita gente é uma forma de assistência que se apresenta como único caminho.

Insegurança

“E a coragem? Será que estou fazendo a coisa certa?”. É comum encontrarmos quadros familiares em que a pessoa a ser internada reclama, xinga, faz ameaças e até mesmo tenta partir para a agressão física. O familiar ou responsável – especialmente se for o caso da primeira internação – pode ficar bastante inseguro em ir pra casa e deixá-lo na clínica.

Mas, se pensarmos no estado mental desse paciente, que está extremamente condicionado ao ciclo – cada vez mais curto – do uso da droga, que está com suas possibilidades cognitivas reduzidas, tão debilitado que não há outra escolha a não ser continuar usando até o amargo fim, está momentaneamente sem condições de discernir entre o certo e o errado, colocando sua saúde e sua vida em risco, asssim fica mais fácil compreender que a internação sem o consentimento do dependendente é a única saída

Por isso mesmo é muito importante que os familiares, sendo de pacientes involuntários ou voluntários, sejam também atendidos, mantenham algum tipo de terapia, participem de grupos de ajuda, e ainda sejam presentes no processo de internação.